A fé vivenciada

Podemos dizer que aqueles que só “crêem” porque acreditam que existe um Deus que criou tudo, que ama a humanidade, que se fez carne e ressuscitou, mas que não aderem a Jesus, não permitem que essa fé lhes modifique a vida, lhes transforme o coração, não tem muita serventia. Dizer que tem fé e não praticá-la é o mesmo que não ter.

A fé verdadeira nos leva a uma conversão. Isto é, “eu creio e adiro a Jesus!”. Vivo o que Ele me ensina. Não se trata de adequar a fé àquilo que eu penso, à vida que eu levo ou àquilo que eu acho que é certo. É justamente o contrário, sou eu quem devo me adequar, convergir minha vida, decisões e mentalidade ao Cristo e seu Evangelho. São Tiago já nos alerta a não sermos meros ouvintes da Palavra, mas praticantes. Dizer que tem fé em Jesus e continuar com a mesma “vidinha” de antes, com os mesmos vícios, sem uma busca de transformação é, no mínimo, incoerência.

Precisamos de cristãos que pratiquem uma fé autêntica, que busquem, apesar de suas fraquezas e limites, ser sal da terra e luz no mundo. E isso nada tem a ver com uma prepotência ou pretensão de ser os “bonzinhos”, os “santinhos”. Tem a ver com coerência com aquilo que se crê. Não podemos ser cristãos de meias medidas, medíocres.

No mundo em que vivemos o testemunho de uma vivência coerente e autêntica de nossa fé fala mais e é muito mais convincente do que muitas palavras.

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