Nosso Chamado é um mistério de Deus

Muitas vezes nos deparamos com nosso chamado e nossa vocação e nos perguntamos? Por que eu? Será que Deus me chamou de fato? Essas perguntas provém de um grande erro, pois elas vem da visão limitada que temos de Deus e de nós mesmos. Nosso chamado se torna mistério porque não pode ser compreendido com a lógica humana, já que, só pode ser compreendido de forma sobrenatural.

Nestes dias tenho me deparado com um belo texto que ilumina bastante o mistério de nosso chamado “Não fostes vós que me escolheste, mas fui eu que vos escolhi” (Jo 15,16). É preciso saber que Deus nos chamou não por causa de nossos méritos, mas unicamente por causa de sua misericórdia que é eterna. A segurança de nosso chamado reside na certeza que devemos trazer em nós do seu infinito amor: “Eu te amei com um amor eterno” (Jr 31, 3). “Desde o seio materno Deus me chamou” (Is 49, 1). Esta é a nossa vantagem: saber que fomos chamados e escolhidos por amor.

Estamos celebrando 23 anos de fundação da Comunidade Católica Rainha da Paz e acredito que é este um tempo propício para cantarmos a nossa infinita gratidão a Deus, porque eterna é a sua misericórdia (Sl 100,5). Devemos fazer isso com nosso coração cheio de grande humildade e reconhecimento, pois “Ele ergue o fraco da poeira e tira o indigente do lixo, fazendo-o sentar-se com os nobres, ao lado dos nobres do seu povo” (Sl 113, 7-8).

Portanto, nos resta, correspondermos o chamado que provém do infinito amor de Deus por nós, para que cada vez mais, possamos celebrar esse mistério que nos atingiu e alcançou.

 

 Antônio Barbosa de Castro (Tony)

Co-fundador da Comunidade Católica Rainha da Paz

Viajantes que esquecem sua meta   

Li uma história em que um escritor famoso viajava num trem quando o fiscal lhe pede a passagem. O escritor a procura nos bolsos, mas não o encontra. O fiscal vendo a aflição do homem diz-lhe que está tudo bem, reconhecendo o célebre escritor. “Está bem para você, jovem, – replica o escritor – mas, para mim, como faço agora para saber para onde estou sendo levado?”. A situação do escritor é a mesma que muitos de nós experimentamos. Passamos pelos dias, desinteressados de nos preocupar com o fim último e o porquê da nossa existência. Em nossos dias, perguntamos como: “Que sentido nos faz continuar a correr?”, “O que realmente merece ser tratado como prioridade?”, “Para mim que valor tem a morte?”, estão cada vez mais distantes dos nossos pensamentos. 


Poderíamos dizer que cada vez mais as pessoas são, hoje, “como viajantes que esquecem sua meta”. Se nasce porque  se nasce, se sorri porque se sorri, se chora porque se chora, se morre porque se morre. E tudo acaba ali, em um viver inconcebível e superficial. “Ninguém está mais perdido do que aquele que não sabe onde se encontra: não sabe de onde vem nem para onde vai” (Sta. Faustina) 

 

Você sabe onde se encontra? Sabe de onde vem? Para onde vai? Que representa a morte para você? A morte não é o fim. É só passagem, a porta para uma experiência muito mais intensa com o Amor de Deus. Gosto da seguinte comparação: o bebê quando está na barriga da mãe considera este o melhor lugar para estar. Passar pela estreita porta do nascimento lhe causa dor. Ele chora, mas depois que está nos braços da mãe amamentado por ela e contemplando o seu rosto, seu último pensamento seria o de retornar à barriga da mãe. Assim também nós consideramos esta vida o melhor lugar para estar. Como essa vida é maravilhosa! Que maravilha esse mundo que Deus criou! Passar pela porta estreita da morte nos causa dor. Choramos. Choram os que nos amam. Mas depois que estivermos nos braços de Deus, vivendo com plenitude a amizade iniciada nesta vida, contemplando o Seu rosto, nosso último pensamento será o de retornar para a vida terrena. A experiência com o Amor de Deus nesta vida é o segredo para perdermos o medo da morte. Peça agora a graça de viver essa amizade com Deus. Ele te ama. Deseja que você O encontre. 

 

A amizade iniciada nesta vida cheia de limitações será plena na vida eterna. A voz de Deus será ouvida claramente. O seu rosto será visto plenamente. Poderemos dizer: “Sua voz é cheia de doçura, tudo nele é encanto. Assim é o meu Amado, assim é o meu Amigo.” (Ct 5,16) 

 

Tásia Maria Montenegro Santiago 

Fundadora da Comunidade Católica Rainha da Paz 

TEMPO, UM DOM PRA FAZER RENDER.

Sem dúvida todos já ouvimos a famosa expressão: “o tempo passa voando!”. Temos a sensação de que, por mais que se corra para dar conta de fazer tudo o que se tem para fazer, ainda assim, não dá tempo.  Alguns até lamentam-se do dia não ter mais de 24 horas… O ponteiro continua no seu compassado e “impiedoso” ritmo, onde o tempo por ninguém espera.

Surge então uma pergunta óbvia: “Como temos gasto nosso tempo? Como tenho vivido este breve espaço de tempo chamado vida?” Geralmente temos dificuldade de perceber o que é, de fato, essencial para nós. Imaginemos que alguém ouça do seu médico que sua vida durará, no máximo, dois meses. Com o que você acha que ele vai gastar o tempo dele? Provavelmente irá ficar mais tempo com aqueles que ele ama, não irá carregar mágoas dos outros, pois sabe que lhe resta pouco tempo; fará uma sincera retrospectiva de sua vida e de seus atos para se desculpar com aqueles que magoou e perdoar aqueles que lhe magoaram. Guardará, no seu dia, um tempo muito especial dedicado ao Senhor, pois deseja que Ele lhe encontre o mais preparado possível. Isso pra dizer que essa pessoa buscará ficar com o que é essencial para sua vida, não ficará no que é efêmero.

Longe de uma visão pessimista o que desejo mostrar é que corremos atrás e gastamos muitas forças com coisas que logo passarão. No fim de nossas vidas olharemos para trás e a única coisa que poderemos é constatar o como gastamos nosso tempo. E isso é vital para definir nossa eternidade. Quem deseja ir para o céu tem que começar a caminhar já aqui nesta vida sendo um cidadão do céu com os pés no chão de nossa realidade. Buscando amar a Deus e aos outros com um amor efetivo e usando bem o preciso dom que é o tempo.

Como amar com o amor de Deus

Eu sempre me perguntei como era possível amar com o Amor de Deus, pois

no meu entendimento qualquer atitude de

amor que tenhamos, por mais que nos custe, é esforço nosso. Então semp

re perguntava a Deus o que Ele queria dizer

quando através de pregadores ou da oração me pedia pra amar com o Seu amor. E

sempre lhe pedia o entendimento

desta questã

o.

Com o passar do tempo fui entendendo o quanto nosso amor é limitado e o

quanto somos incapazes de amar o nosso

irmã

o.

E ao descobrir essa miséria, comum a todo ser humano, tive a graça de

compreender o que é

͞

Amar com o Amor

de Deus

͟

: é fazer aquilo que por nós mesmos não faríamos, mas que o Senhor estand

o em nosso lugar faria.

É muito difícil para nós, nos darmos ou nos sacrificarmos por Deus e p

elo próximo, mas é

pr

óprio de Jesus se dar e se

sacrificar por mim e por você, logo, amar com o Amor de Deus é amar com

o Jesus amou, é nas várias situações de nossa

vida que exigem de nós o Amor, fazermos não o que queremos, mas o que

o Senhor faria.

Tenhamos a coragem de amarmos verdadeiramente, amar da forma mais plena, amar com o Amor

de Deus!

͞

Amar como Jesus amou

Sonhar como Jesus sonhou

Pensar como Jesus pensou

Viver como Jesus viveu

Sentir o que Jesus sentia

Sorrir como Jesus sorria

E ao chegar ao fim do dia eu sei que dormiria muito mais feliz

͟

Francisco Edson do Carmo Filho

Discípulo da Comunidade Católica Rainha da Paz

DEUS É SEMPRE DEUS

No texto do livro dos Atos dos Apóstolos no capítulo 16, 25-34, narra o episódio onde Paulo e Silas, depois de terem sido presos e açoitados com varas, foram levados à cela mais escura e ainda com os pés presos. Já imaginou coisa semelhante com você? Depois de ter anunciado o Evangelho, de ter feito o bem a uma pessoa tendo expulsado dela um demônio, justamente por causa disso, ser preso e açoitado… O que passaria em nossa cabeça estando lá na prisão?  

Talvez, elencássemos todos os motivos do mundo para esbravejar, para murmurar, para repensar se valia a pena continuar anunciando o Evangelho. Queremos ser sempre bem 27acolhidos, reconhecidos, aceitos e bem quistos nos lugares e com as pessoas às quais anunciamos o Evangelho. Porém, o Evangelho nem sempre será bem acolhido pelas pessoas. Encontraremos muita resistência ao falarmos de Jesus. E foi o que aconteceu com Paulo e Silas. No entanto, eles não perderam o ânimo. Por certo, tinham o coração inteiramente inflamado de amor por Jesus a ponto de ver nessa situação não um motivo para desistir, mas de provar o seu amor por Ele e unir-se mais estreitamente Àquele que amavam. 

Paulo e Silas tinham o coração tamanho amor que encontraram motivos para louvar ao Senhor. E não perderam tempo. À meia-noite começaram a entoar um grande e poderoso louvor. Oh! Como é agradável e forte o louvor que um coração eleva no meio do sofrimento! Esse louvor é capaz de quebrar as cadeias, de abrir as prisões, de libertar os cativos. Por isso, mesmo quando tudo estiver absurdamente ao contrário do que você imaginava, faça como os apóstolos que, com o coração apaixonado por Cristo, entoaram louvores. 

Foi tal o poder do louvor que eles e os outros prisioneiros foram libertos e puderam sair da prisão. Porém, é importantíssimo que se diga, ainda que não tivesse acontecido nada disso. Ainda que as correntes que prendiam os apóstolos não tivessem sido abertas, ainda que eles permanecessem presos, ainda assim, Deus é Deus. O Senhor continua sendo Deus ainda que o milagre não aconteça. Eles não louvaram para serem libertos das prisões. Eles louvavam reconhecendo o amor de Deus mesmo naquela situação, louvavam por se assemelharem ao Cristo em seus sofrimentos. Era um louvor desinteressado dos milagres. Era uma expressão de amor de seus corações.  

Portanto, meus irmãos, mesmo em situações adversas aprendamos o louvor. E ainda, mesmo que nada mude, Deus é digno do nosso louvor.  

A humildade é o fruto que só pode ser colhido na árvore da humilhação

Em sua Palavra o Senhor Deus nos diz que ͞Se fordes dóceis e obedientes, provareis os melhores manjares da terra…͟ (Is 15, 19) Docilidade e obediência. Essas são as duas atitudes de Jesus diante da vontade do Pai. Essas duas atitudes também foram encontradas em Maria, Mãe de Jesus. Docilidade e obediência são atitudes que o Senhor espera encontrar em nós e que de nossa parte devem ser cultivadas sempre. Devemos ser dóceis e obedientes, não por causa dos manjares nem por medo do castigo, mas por amor a Deus que é sempre amor. Essas duas atitudes servem para nós como cura e remédio, principalmente, contra o grande mal que assola a humanidade: o orgulho. Jesus no Evangelho nos diz que: ͞Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado͟ (Mt 23, 12). Portanto, para se cultivar a docilidade e obediência necessitamos da virtude da humildade. Ela é a capacidade que Jesus nos oferece para sermos agradáveis a Deus. Certa vez dizia-me o Senhor em oração: ͞A humildade é o fruto que só pode ser colhido na árvore da humilhação͟. Queremos ser humildes, mas não admitimos ser humilhados, portanto, se estivermos dispostos a fazer a vontade de Deus que nos pede docilidade e obediência, precisamos estar abertos à humildade. Mas lembremo-nos, sejamos dóceis, obedientes e humildes, não por medo, mas por amor àqueles que sempre foram dóceis, obedientes e humildes: Jesus e Maria.

MERECER OU NÃO MERECER? ESSA NÃO É A QUESTÃO!

Vejamos que interessante perceber o que aconteceu com aquele irmão mais velho da parábola do filho pródigo no Evangelho. As atitudes dele e como ele reagiu à volta do seu irmão para casa do pai. A primeira atitude é que parece que ele desconhece completamente o coração misericordioso de seu pai. Ele não teve a capacidade de alegrar-se com seu irmão que voltara. Zangado, ele dizia ao pai que sempre estivera com ele e que não era como seu irmão que saíra de casa esbanjando seus bens. No entanto, esse ͞estar com ele͟ não significava comunhão, partilha de vida e intimidade com seu pai. As atitudes dele não se assemelhavam às do seu pai. Será que nós não nos assemelhamos com esse irmão mais velho da parábola quando vemos como Deus agiu com outra pessoa, como ele demonstrou misericórdia com ela e nós, com nossa mentalidade legalista e ͞meritocrática͟, achamos que não devia ser assim? Que a pessoa merecia mesmo era uma punição, um castigo. O irmão mais velho achava que se o outro havia pecado, merecia castigo e não festa. Enquanto ele, que nunca saíra de casa, é que mereceriareconhecimento e festa. Porém, desconhecia a gratuidade do amor misericordioso. É justamente assim que Deus nos ama. Todos queremos que Deus use de misericórdia conosco mesmo diante de nossos piores pecados, mas temos dificuldade de aceitar que Deus faça o mesmo com outros que também erram. A ideia de que se sou ͞bonzinho͟ mereço misericórdia e se não sou ͞bonzinho͟ e erro mereço castigo, não se coaduna com o nosso Deus que é pleno em misericórdia. Era essa atitude de Jesus que os fariseus não conseguiam entender. Deus não nos ama porque merecemos! O fascinante desafio do cristianismo não é amar o que é amável, é amar o não amável. Se o filho mais velho tivesse os mesmos sentimentos de seu pai, ele, assim que soubesse que seu irmão havia chegado, correria para dentro de casa e cheio de alegria, abraçaria seu irmão. Festejaria o seu retorno. O desafio de hoje é alegrar-se em acolher os que não merecem. Recebê-los com um abraço fraterno, ir ao encontro deles e, pondo neles anel, sandálias e roupas novas, agir como o Pai agiu conosco quando fizemos o papel do filho pródigo que voltava arrependido e foi recebido com festa.

Congresso das Famílias

Nos anos de 2005 a 2012, a Comunidade Católica Rainha da Paz promoveu anualmente o ENFOC – Encontro de Formação para Casais que desenvolvia formações para os grupos de casais, através de seminários e palestras visando fortalecer a harmonia espiritual, profissional e psicológica na vida a dois. Durante este período os encontros se davam em auditórios e/ou na próxima sede da Comunidade e com um público de aproximadamente 60 pessoas.
No decorrer destes anos, novas necessidades surgiram, e uma nova demanda crescente para envolvermos não somente os casais, mas também filhos e membros das famílias, o que gerou o I Congresso das Famílias em 2013, com palestrantes da Comunidade e emissora de TV Canção Nova, que foi realizado no Ginásio Poliesportivo com um público de aproximadamente 4000 pessoas. Em 2014, o II Congresso foi transferido para o Centro de Convenções visando unir qualidade dos palestrantes com o ambiente.
Considerando a temperatura do nosso município, especialmente no horário da tarde, um fator impactante foi o local, por isso o interesse do Centro de Convenções por ser o local mais apropriado em nossa cidade, com sistema integrado de som e projeção de áudio. O resultado desta mudança foi atingirmos aproximadamente um público de 600 pessoas, com representantes de cidades circunvizinhas.
O III Congresso das Famílias, foi um grande sucesso de público e evangelização, foram mais de 1.200 pessoas impactadas, com as formações, santa missa e adoração.
Em 2016, o IV Congresso das Famílias entra na sua terceira edição, sempre visando formar as famílias para uma sociedade mais justa, trabalhando a formação dos pais e filhos e valorização de um espaço reservado para crianças. Nossa expectativa é de receber um público circulante de aproximadamente 4.000 pessoas nos três dias de eventos.
O tema do Congresso para este ano, será ”Misericórdia na Família: Dom e Missão”, será realizado pela Diocesse de Sobral  e com o apoio da Comunidade Católica Rainha da Paz.
O Congresso constará de um espaço direcionado para evangelização para as crianças – Uma Nova Geração para Santidade, com adorações, momentos formativos e culturais, com metodologia lúdica.
As formações no Congresso terão como palestrantes, já confirmados, Mônica e Hamilton Apolônio para as formações do Congresso das Famílias e Ismênia e Iana para o Congresso direcionado para crianças.
INDICADORES:
CERCA DE 10 MIL PARTICIPANTES EM 4 EDIÇÕES.
MAIS DE 500 VOLUNTÁRIOS

 

 

HOSPEDAGENS EM SOBRAL

Derby Hotel Sobral

Endereço: Avenida Comandante Maurocelio Rocha Pontes, 31
Telefone: ( 88 ) – 3611 7575 –
Sobral – Ceará – Brasil

Brisa da Serra Pousada Hotel

Rua Maria da Conceição Azevedo, S/NR
Sobral – Renato Parente
Fone: (88) 3614-9466

Hugo Plaza Hotel

Endereço : Rua Dep João Adeodato, 619 – Centro
Telefone: ( 88 ) – 3611 6283 –
Sobral – Ceará – Brasil

Verde Rio Hotel

Endereço : Avenida Lúcia Sabóia, 123
Telefone: ( 88 ) – 3611 5120 –
Sobral – Ceará – Brasil

Visconde Hotel

Endereço : Avenida Lúcia Saboya, 473 – Centro
Telefone: ( 88 ) – 3611 5800 –
Sobral – Ceará – Brasil

Ytacaranha Hotel de Serra

Endereço : Rua Anahid Andrade, 503
Telefone: ( 85 ) – 3257 4880 –
Sobral – Ceará – Brasil

Cetreso Centro de Treinamento de Sobral

Endereço: Av. da Universidade, 870 – Alto da Brasília, Sobral – CE, 62040-370
Telefone:(88) 3611-7606 3611 0545

Tulip In Sobral hotel

Avenida Monsenhor Aloísio Pinto, s/n, Sobral, CEP 62050-255, Brasil
CONTATO: 55 (88) 3112-1155

Hotel Vitória

RUA DOMINGOS OLIMPIO, 499 (CENTRO) – Sobral – CE CEP:62011-140
Fone: (88) 3611-3344

Hotel Sobral

Rua Viriato Medeiros 651 – Centro – Sobral – CE Fone: (88) 3611-3078

Chalés Encontro Das Brisas

Site: www.chalesencontrodasbrisas.com.br

Pousada ITEL

Telefones: (88)3613-2525 ou (88)3611 -2525

Totus Tuus minha Senhora Rainha da Paz.
Paulo Henrique Arruda Linhares
Sobral – Ceará

Ser Mãe é um serviço que prestamos a Deus

Desde o começo, sentia que tinha vocação para ter muitos filhos, mas não entendia direito. Hoje eu sinto que era algo que Deus queria que eu vivesse. Era como se fosse o meu papel aqui no mundo e eu preciso vivê-lo.

Uma das primeiras coisas que Deus foi ensinando, foi quando Ele me propôs que eu não ligasse as trompas no terceiro filho. Não sabia no que ia dar; mas resolvi acreditar em Deus porque Ele vinha muito forte a mim e me convencia. Aos poucos Ele ia me explicando porque estava me conduzindo por esse caminho. Hoje descobri algo que Deus me ensinou: a maternidade é um serviço; assim como toda natureza é um serviço, a maternidade é um serviço que prestamos a Deus, que o útero não nos pertence, mas a Deus. E este útero nos é solicitado quando Ele quer e não quando nós queremos.

Uma das coisas que lamento muito é ver que as mulheres do mundo de hoje planejam os filhos quando bem entendem, quando elas e o marido desejam, totalmente independentes de Deus. Muitas vezes até, planejam e têm filhos sozinhas…

Os filhos são uma bênção de Deus que a gente experimenta na convivência familiar de conversar, de rezar juntos, de repartir as dificuldades, de um compreender o outro, de um ajudar o outro.

Eu creio que todos os filhos que tive foram planos de Deus que se realizaram na minha vida. Deus vai me ensinando a ser Mãe e a conhecer a particularidade de cada filho.

Para cada pessoa que vem ao mundo Deus tem um plano, e nós precisamos descobri-lo. Descobri o meu aos 28 anos, mais ou menos, e eu peço a Deus que me leve até o fim, que eu ajude o mundo a ver que tudo Deus criou é perfeito, não dá problema, mas quando interferimos na natureza no que Deus criou, colhemos os problemas.

É importante que cada um de nós descubra sua vocação, aquilo que Deus nos chama. Quando nós descobrimos, quando nós começamos a fazer aquilo que Deus criou para nós desde toda a eternidade, aí encontramos a felicidade e fica-se rindo o tempo todo porque sabe que, mesmo com toda dificuldade, Deus está conosco.

Tásia Maria Montenegro Santiago 

Fundadora da Comunidade Católica Rainha da Paz

Mensagem da Rainha da Paz em 25 de abril de 2016

“Queridos filhos!Mensagem da Rainha da Paz em 25/04/2016

Meu Imaculado Coração sangra quando Eu olho para vocês em pecado e em hábitos pecaminosos. Eu estou chamando vocês: voltem para Deus e para a oração que será bom para vocês na Terra. Deus está chamando vocês através de Mim para os seus corações serem esperança e alegria para todos aqueles que estão longe. Possa o Meu chamado ser para vocês um bálsamo para a alma e o coração para que vocês possam glorificar a Deus, o Criador, que os ama e os está chamando para a Eternidade. Filhinhos, a vida é curta; vocês, façam bom uso desse tempo e façam o que é bom.

Obrigada por terem respondido ao meu chamado.”