Congresso de Cura e Libertação em Sobral-CE

Marque na sua agenda! Dias 01 e 02 de junho acontecerá o Congresso de Cura e Libertação, com o Pregador Roberto Tannus! Com o tema “Queres ficar curado?” (Jo 5, 6), teremos momentos de adoração, louvor, pregação e muito mais! Você não pode perder!

A Comunidade Católica Rainha da Paz, anualmente realiza o CONGRESSO DE CURA E LIBERTAÇÃO, na sua sede em Sobral e em algumas outras missões da comunidade fora de Sobral.
Momento de grande manifestação de Deus no meio de seu povo. Deus que em sua infinita misericórdia se apresenta como o médico do Corpo e da Alma, curando nossa Enfermidades Física e Espirituais, por meio de sua Palavra atualizada no meio de nós, Orações, por meio de sua Presença Eucarística na Adoração e na Santa Missa.
O amor do Pai é manifestado no meio de nós através de Jesus que nos acolhe no Amor curando as nossas feridas, e trazendo para a luz os que estão nas trevas, ministrando a reconciliação com o Amor do Pai, com os irmãos e consigo mesmo de forma delicada e terna.
E tendo como maior fruto a converção e o engajamento na Igreja.







Confira o recado de Roberto Tannus, pregador do Congresso de Cura e Libertação 2019! Você é nosso convidado a participar desse grande encontro, nos dias 1 e 2 de junho no Buffet Dona Flor. Fique ligado, as inscrições iniciam em breve!
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RESSURREIÇÃO, FORÇA QUE TRANSFORMA TUDO!

Ressurreição, vida nova, novos hábitos, nova mentalidade, nova criatura em Cristo. Dizer que se vive uma vida nova e manter hábitos ou costumes do homem velho é não entender os efeitos bem práticos da ressurreição em nossas vidas.

Vida nova é dar o perdão àquela pessoa que te feriu ou magoou. Ressurreição é arrepender-se do que disse ou do que fez e ter a liberdade e a coragem de pedir perdão. Ser nova criatura é dar um abraço no seu pai e, dizendo que o ama, quebrar a indiferença ou a distância que antes existia. É ter a santa teimosia de viver, nos tempos de hoje, a castidade. É viver na alegria de acolher os filhos e não fechar-se à vida. É não deixar-se contaminar com o hedonismo deste mundo, mas acreditar que não nascemos para o prazer e sim, para ser felizes e nossa felicidade está em Deus. É cultivar em nossas casas o hábito de rezarmos juntos e não nos deixarmos engolir pelo corre-corre da vida. É, na verdade, ter os cristãos fazendo um grande coro de vida num grito em uníssono que o Evangelho não é papel apenas, mas é vida em nosso dia-a-dia.

Deixemos que a força de Cristo entre em “nossos túmulos”, remova nossas pedras e que refulja a luz de Jesus que vence nossas trevas, que faz o grande milagre de transformar pecadores em santos, homens e mulheres acanhados em arautos do Evangelho. Ressurreição que expulsa a tristeza, os medos e nos faz adentrar na grande “aventura” cheia de alegria e desafios de ser cristãos, de amar a Deus e deixar-se transformar por Ele e de ser suas testemunhas aonde quer que estejamos.

Desejo que a força transformadora do Evangelho o envolva e o faça, de fato, uma nova criatura, com novos hábitos cotidianos que modifiquem, ainda que paulatinamente, não só você mesmo, mas as pessoas que se encontrarem com você e ambientes que você freqüenta.

Vida nova para você!

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2019

Queridos irmãos e irmãs! Todos os anos, por meio da Mãe Igreja, Deus «concede aos seus fiéis a graça de se prepararem, na alegria do coração purificado, para celebrar as festas pascais, a fim de que (…), participando nos mistérios da renovação cristã, alcancem a plenitude da filiação divina» (Prefácio I da Quaresma). Assim, de Páscoa em Páscoa, podemos caminhar para a realização da salvação que já recebemos, graças ao mistério pascal de Cristo: «De facto, foi na esperança que fomos salvos» (Rm 8, 24). Este mistério de salvação, já operante em nós durante a vida terrena, é um processo dinâmico que abrange também a história e toda a criação. São Paulo chega a dizer: «Até a criação se encontra em expectativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus» (Rm 8, 19). Nesta perspectiva, gostaria de oferecer algumas propostas de reflexão, que acompanhem o nosso caminho de conversão na próxima Quaresma. 1. A redenção da criação A celebração do Tríduo Pascal da paixão, morte e ressurreição de Cristo, ponto culminante do Ano Litúrgico, sempre nos chama a viver um itinerário de preparação, cientes de que tornar-nos semelhantes a Cristo (cf. Rm 8, 29) é um dom inestimável da misericórdia de Deus. Se o homem vive como filho de Deus, se vive como pessoa redimida, que se deixa guiar pelo Espírito Santo (cf. Rm 8, 14), e sabe reconhecer e praticar a lei de Deus, a começar pela lei gravada no seu coração e na natureza, beneficia também a criação, cooperando para a sua redenção. Por isso, a criação – diz São Paulo – deseja de modo intensíssimo que se manifestem os filhos de Deus, isto é, que a vida daqueles que gozam da graça do mistério pascal de Jesus se cubra plenamente dos seus frutos, destinados a alcançar o seu completo amadurecimento na redenção do próprio corpo humano. Quando a caridade de Cristo transfigura a vida dos santos – espírito, alma e corpo –, estes rendem louvor a Deus e, com a oração, a contemplação e a arte, envolvem nisto também as criaturas, como demonstra admiravelmente o «Cântico do irmão sol», de São Francisco de Assis (cf. Encíclica Laudato si’, 87). Neste mundo, porém, a harmonia gerada pela redenção continua ainda – e sempre estará – ameaçada pela força negativa do pecado e da morte. 2. A força destruidora do pecado Com efeito, quando não vivemos como filhos de Deus, muitas vezes adotamos comportamentos destruidores do próximo e das outras criaturas – mas também de nós próprios –, considerando, de forma mais ou menos consciente, que podemos usá-los como bem nos apraz. Então sobrepõe-se a intemperança, levando a um estilo de vida que viola os limites que a nossa condição humana e a natureza nos pedem para respeitar, seguindo aqueles desejos incontrolados que, no livro da Sabedoria, se atribuem aos ímpios, ou seja, a quantos não têm Deus como ponto de referência das suas ações, nem uma esperança para o futuro (cf. 2, 1-11). Se não estivermos voltados continuamente para a Páscoa, para
o horizonte da Ressurreição, é claro que acaba por se impor a lógica do tudo e imediatamente, do possuir cada vez mais. Como sabemos, a causa de todo o mal é o pecado, que, desde a sua aparição no meio dos homens, interrompeu a comunhão com Deus, com os outros e com a criação, à qual nos encontramos ligados antes de mais nada através do nosso corpo. Rompendo-se a comunhão com Deus, acabou por falir também a relação harmoniosa dos seres humanos com o meio ambiente, onde estão chamados a viver, a ponto de o jardim se transformar num deserto (cf. Gn 3, 17-18). Trata-se daquele pecado que leva o homem a considerar-se como deus da criação, a sentir-se o seu senhor absoluto e a usá-la, não para o fim querido pelo Criador, mas para interesse próprio em detrimento das criaturas e dos outros. Quando se abandona a lei de Deus, a lei do amor, acaba por se afirmar a lei do mais forte sobre o mais fraco. O pecado – que habita no coração do homem (cf. Mc 7, 20-23), manifestando-se como avidez, ambição desmedida de bem-estar, desinteresse pelo bem dos outros e muitas vezes também do próprio – leva à exploração da criação (pessoas e meio ambiente), movidos por aquela ganância insaciável que considera todo o desejo um direito e que, mais cedo ou mais tarde, acabará por destruir inclusive quem está dominado por ela. 3. A força sanadora do arrependimento e do perdão Por isso, a criação tem impelente necessidade que se revelem os filhos de Deus, aqueles que se tornaram «nova criação»: «Se alguém está em Cristo, é uma nova criação. O que era antigo passou; eis que surgiram coisas novas» (2 Cor 5, 17). Com efeito, com a sua manifestação, a própria criação pode também «fazer páscoa»: abrir-se para o novo céu e a nova terra (cf. Ap 21, 1). E o caminho rumo à Páscoa chama-nos precisamente a restaurar a nossa fisionomia e o nosso coração de cristãos, através do arrependimento, a conversão e o perdão, para podermos viver toda a riqueza da graça do mistério pascal. Esta «impaciência», esta expectativa da criação ver-se-á satisfeita quando se manifestarem os filhos de Deus, isto é, quando os cristãos e todos os homens entrarem decididamente neste «parto» que é a conversão. Juntamente connosco, toda a criação é chamada a sair «da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus» (Rm 8, 21). A Quaresma é sinal sacramental desta conversão. Ela chama os cristãos a encarnarem, de forma mais intensa e concreta, o mistério pascal na sua vida pessoal, familiar e social, particularmente através do jejum, da oração e da esmola. Jejuar, isto é, aprender a modificar a nossa atitude para com os outros e as criaturas: passar da tentação de «devorar» tudo para satisfazer a nossa voracidade, à capacidade de sofrer por amor, que pode preencher o vazio do nosso coração. Orar, para saber renunciar à idolatria e à autossuficiência do nosso eu, e nos declararmos necessitados do Senhor e da sua misericórdia. Dar esmola, para sair da insensatez de viver e acumular tudo para nós mesmos, com a ilusão de assegurarmos um futuro que não nos pertence. E, assim, reencontrar a alegria do projeto que Deus colocou na criação e no nosso coração: o projeto de amá-Lo a Ele, aos nossos irmãos e ao mundo inteiro, encontrando neste amor a verdadeira felicidade. Queridos irmãos e irmãs, a «quaresma» do Filho de Deus consistiu em entrar no deserto da criação para fazê-la voltar a ser aquele jardim da comunhão com Deus que era antes do pecado das origens (cf. Mc 1,12-13; Is 51,3). Que a nossa Quaresma seja percorrer o mesmo caminho, para levar a esperança de Cristo também à criação, que «será libertada da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus» (Rm 8, 21). Não deixemos que passe em vão este tempo favorável! Peçamos a Deus que nos ajude a realizar um caminho de verdadeira conversão. Abandonemos o egoísmo, o olhar fixo em nós mesmos, e voltemo-nos para a Páscoa de Jesus; façamo-nos próximo dos
irmãos e irmãs em dificuldade, partilhando com eles os nossos bens espirituais e materiais. Assim, acolhendo na nossa vida concreta a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, atrairemos também sobre a criação a sua força transformadora. Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de outubro de 2018.

PAPA FRANCISCO

Vocacional 2019

“Penso, logo existo”, já diria a famosa frase de certo filósofo. Mas a verdade é que “Deus pensa, logo existo”. Não há nada mais triste para alguém do que viver na mediocridade do contentar-se com o nascer-crescer-reproduzir-morrer, encerrando sua existência no profundo desconhecimento de si mesmo. Não! O homem foi pensado, feito em alta dignidade, e portador de um sonho de Deus, de uma vocação.
Esta palavra pode parecer um tanto ameaçadora: Como assim? Alguém já definiu o que eu deveria ser? E o espaço da minha liberdade? O que vou ter que perder para realizar esta tal de “vocação”? Enganados estamos se assim são os nossos pensamentos. Vocação, na verdade, é a porção de amor capaz de realizar plenamente o homem, que o faz descobrir o seu próprio lugar no Amor; e viver uma vida não como parte de um rebanho que é conduzido com ensinamentos gerais (o que não tem nenhum mal, e leva para o único fim que buscamos, que é a comunhão com Deus), mas em uma relação única, cheia de sabor, e com uma profunda e pessoal experiência de Deus. Descobrir a própria vocação, o próprio chamado, o seu lugar único no Amor, é como descobrir que se havia até aquele momento sonhado em preto-e-branco porque ainda não se sabia que poderia sonhar colorido. Deus potencializa a nossa existência; e, como nos ensina o Papa emérito Bento XVI, “Quem deixa entrar Cristo na sua vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande.”
E que precisamos para ouvir o chamado de Deus? Tão somente escutar o próprio coração, que por Ele já anseia! E deixar-se conduzir para os encontros que Deus mesmo promove para nos fazer descobrir a nossa vocação. E este é o tempo oportuno da escuta!
Dia 26 de Janeiro, no auditório da Comunidade Católica Rainha da Paz, a partir das 16 horas, Alguém espera por você! Venha participar do Encontro Vocacional da Comunidade de Aliança, e entender mais desta forma específica e original de ser Igreja no tempo presente.

Deserto, tempo de decisão

Na busca do ser humano a Deus, ele experimenta muitas consolações. São momentos de graças onde vemos a Mão de Deus agir em nosso favor. Se o Senhor passa por nós, logo percebemos o Seu perfume e como a amada vamos ao Seu encontro e nos deleitamos em Sua presença amorosa (Cân 5,5). São as consolações sensíveis. Mas deve haver um cuidado da alma. Muitas se unem a Deus apenas por causa dessas consolações e não pela vontade de agradar a Deus. Enganam-se pensando que amarão mais a Deus encontrando mais e mais gosto nas consolações. Quando chega então o período onde Deus parece esconder-se e junto com Ele todas as consolações, tempo da busca e decisão, a alma tende a abandoná-lo.Chamamos de períodos de deserto ou aridez espiritual esses momentos onde se passa por profunda tristeza e desolação.
Nas noites escuras da alma, não temos vontade alguma de rezar, participar da Santa Missa, não conseguimos amar o outro, não sentimos mais nada e a impressão que temos é Deus nos abandonou e que a nossa fé acabou. Parece que o Céu sumiu!
E por que Deus permite que a alma atravesse tão terrível escuridão? Para que aprendamos a buscar mais o Deus das consolações do que as consolações de Deus.O que nos impede a verdadeira união com Deus é o apego às nossas inclinações desordenadas. Por isso, quando Jesus quer atrair uma alma ao Seu perfeito amor, procura desprendê-la de todos os apegos aos bens criados.Quando caminhamos às escuras, progredimos mais na fé e no amor a Deus. O Senhor nos quer fortes e para nos treinar na batalha o faz pela provação e pela aridez espiritual. É assim que Ele arranca as ervas daninhas do jardim das nossas almas.
É um defeito de nossa humanidade, procurar em tudo a própria satisfação. Não encontrando o prazer desejado, abandona logo a tarefa ou as reduz a cada dia, até finalmente abandonar tudo de vez! Esta desgraça acontece a muitas almas. Chamadas por Deus ao Seu amor começam a marchar no caminho da perfeição e avançam enquanto duram as consolações espirituais. Mas depois, quando elas acabam, abandonam tudo e voltam à vida antiga. É preciso persuadir-nos de que o amor de Deus e a perfeição não consistem em sentir consolações espirituais, mas em vencer o amor-próprio e fazer a vontade de Deus. É Jesus que chama a alma a caminhar com Ele no deserto, mesmo queimando os pés.
Em meio às trevas alguns sentem o coração como se fosse de gelo, não sentem mais amor a Jesus, perdem a piedade, se sentem condenados. Que desoladora confusão espiritual! Nessas horas a única saída é fechar os olhos e dar as mãos a Jesus para ser guiado por Ele na fé. “Deus é digno de nosso amor, tanto quando nos consola como quando nos faz sofrer”, já nos diz São Francisco de Sales.
A “noite escura da alma” pode durar um tempo indeterminado. Santa Teresa de Àvila a viveu por mais de 20 anos. Teresinha do Menino Jesus também passou por essa etapa espiritual e sustentou-a na certeza que o seu Sol (Cristo), por entre as nuvens, estava a brilhar.
O deserto tem sua importância. Um lugar de aparente escassez pode ser também um lugar de liberdade. “O povo que escapou da morte achou favor no deserto”. Mas como? Foram repetidas as vezes em que os hebreus se queixaram das dificuldades no caminho que percorreram no deserto do Sinai e quiseram retornar à escravidão egípcia, mesmo quando não fazia sentido voltar para a angústia do Egito. Porém, mesmo com a perda sentida no deserto, temos que entender que existe vida após a perda. A liberdade do deserto significa estar sujeito a abraçar a Deus sem garantias.O caminho da escravidão para a liberdade passa pelo deserto. E isso quer dizer que há um tempo de preparo e de reflexão na vida para que possamos entender os verdadeiros valores.
Atravessar o deserto não é fácil. É preciso, porém, que se acredite que há vida depois dele.No deserto, vive-se um tempo de descoberta, de mudança que envolve montar e levantar acampamento, armar e desarmar tenda, levar as cargas… Tempo de aprendizado. No deserto você não vê as grandes conquistas humanas, mas contempla a providência de Deus mais claramente, e assim, podemos Vê-lo face a face… O tempo no deserto pode ser marcado por um período de limitações, muitas vezes de escassez, mas não nos esqueçamos que é Deus quem nos conduz para o deserto para nos falar o que é importante com intimidade.
A nossa conquista não está no deserto, mas na restauração que vem depois do deserto. Por isso, o caminho para um novo tempo de alegria e felicidade passa pelo deserto. Nele aprendemos a viver com gratidão e humildade. Nele aprendemos a sermos verdadeiros.
Como fazer para vencer esse estado de espírito no qual Deus parece está longe e nos falta a fé?
1. Primeiro, verifique se a situação não é tibieza, ou seja, causada por nossa culpa em não perseverar no cuidado da vida espiritual. Mesmo diante destes momentos difíceis, devemos procurar saber o que está causando em nós esta aridez espiritual. Verificar se não há pecados graves na alma que possam estar afugentando a graça de Deus. Podem também ser provações que o Senhor coloca para nosso crescimento.
2. Decidir-se corrigir-se buscando a confissão, Eucaristia e oração.
3. Não medir o amor de Deus por nós pelas consolações que sentimos.
4. Silêncio, abandono e confiança são fundamentais. “Quanto mais a alma confiar, tanto mais receberá.” (Diário de Santa Faustina)O Esposo há de voltar logo… Em breve vai raiar a aurora e os fantasmas vão sumir. Quanto mais a noite fica escura, tanto mais perto nos aproximamos da aurora.
5. Não esqueça: Fé não é um sentimento nem sentimentalismo, mas adesão com a mente a Deus e às suas verdades e determinações. Não busque sentir fé ou devoção, mas viva-as. Vá à Missa, ao grupo de oração, ao terço com ou sem vontade, com ou sem gosto, com ou sem sentimento. Você terá mais méritos diante de Deus.
6. Se possível, busque o auxílio de um diretor espiritual.
7. Não é tão fácil dominar e disciplinar os sentidos interiores: vontade, inteligência, imaginação. Aliás, Santa Teresa chama esta – a imaginação – de “louca da casa” que, como tal, tem a força de levar-nos longe do que é essencial. Muitas vezes a alma está muito unida a Deus nas moradas mais elevadas, ao passo que a imaginação se encontra nos arrabaldes do castelo, padecendo com mil animais ferozes e peçonhentos e perecendo com esse padecer. Assim, nem a imaginação deve nos perturbar, nem devemos deixar a oração, que é o que deseja o demônio.” (4M 1,8-9). Busque o auxílio de um bom livro! “Eu não teria conseguido perseverar na oração nos dezoito anos em que acometeram tamanhos sofrimentos e aridez, visto não poder fazer oração discursiva, sem as leituras. Por todo esse tempo, eu não me atrevia a começar a orar sem livro, exceto quando acabava de comungar; minha alma temia tanto orar sem livro que era como se tivesse de enfrentar um exército.” (V 4,9). “É muito útil usar um bom livro, mesmo para recolher o pensamento e vir a rezar bem vocalmente; assim, vai-se acostumando pouco a pouco a alma, com carinhos e artifícios, para não amedrontá-la.” (C 26,10). Leia a Palavra de Deus.
8. Santidade não é um estágio ou um efeito mágico que deixa o fiel longe das realidades exteriores. Ela é forjada no campo de batalha, no suor e no sangue, sendo provados no fogo. Seja fiel a oração apesar dos tormentos,aridez e tentações. Deixe-se corrigir pelo Senhor.
Decidamo-nos por Deus a cada dia. Amor é decisão! Não deixemos de fazer nossa oração pessoal. Temos que lutar contra o desânimo, contra a frieza do nosso coração. Busquemos o Sacramento da Confissão para nos fortalecermos em Deus e assim possamos receber a Santa Eucaristia que é o alimento principal da nossa alma. É Ela quem nos dará forças para passarmos por este deserto. Acreditemos, Deus prova o nosso amor, mas ao final de tudo Ele estará a nossa espera com um prêmio redobrado! Avante! Não tenhamos medo, mesmo não sentindo Deus, Ele nunca nos abandona e caminha conosco.

Mir!

Bazar Solidário

Todos os anos por ocasião do advento a Comunidade Rainha da Paz, em vista de intensificar a vivência da penitência nesse tempo propício, conduz seus membros a viverem um despojamento através da renúncia e oferta de uma peça de roupa de seu guarda-roupa. Essas ofertas são colhidas e com todas elas é realizado um Bazar Solidário. Os fundos adquiridos são direcionados para as obras sociais e missionárias da Comunidade Rainha da Paz. Convidamos a todos a vivermos também esse tempo de graça preparando nosso coração para o Natal do Senhor através do despojamento e da caridade. Contribua com nosso bazar através de doações e também nos visitando e adquirindo algumas peças de roupa em nosso Bazar. Seja assim, um Benfeitor de nossas Obras Sociais e Missionárias!
O Bazar acontecerá na sede da Comunidade Rainha da Paz a partir das 19:00.

Advento

Neste sábado, dia 01/12 entramos no tempo do Advento!

Ainda não é Natal!
É um tempo para se preparar para o Natal!
Para isso devemos viver bem o Advento!

Ao contrário do mundo que prepara o Natal somente com luzes e apelos ao consumo, o Natal cristão deve ser preparado com:

A oração

A leitura atenta da Palavra de Deus

A penitência

Atenção aos pobres.

Despojamento.

Jesus disse: “Fazei penitência pois o Reino de Deus está próximo”.

Pois veja bem: se prepara o Natal num espírito de oração e penitência!

No Advento, nos colocamos na perspectiva alegre já realizada em Cristo: a vinda gloriosa do Senhor.

É tempo de esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente e sobriamente para a vinda do Senhor.

O tempo do Advento deve ser celebrado com sobriedade e discreta alegria.

Nessas quatro semanas somos convidados a esperar Jesus que vem.

Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador.

Nas duas últimas, a Igreja nos faz lembrar a espera dos Profetas e de Maria pelo nascimento de Jesus.

Advento é tempo propício à conversão para “preparar o caminho do Senhor”, por meio da oração e um profundo mergulho na Palavra. Daí a necessidade de fazermos uma avaliação do que significa e de como vivenciamos o tempo do Advento em nossa vida.

Um símbolo que nos ajuda a vivenciar melhor este tempo é a coroa do Advento. Ela é feita de galhos sempre verdes entrelaçados, formando um círculo, no qual são colocadas 4 grandes velas representando as 4 semanas do Advento. A cada domingo uma vela é acesa até serem acesas as 4 velas no 4° domingo.

A luz indica quando Cristo salvador e luz do mundo, brilhará para toda a humanidade, e representa também, nossa fé e nossa alegria pelo Deus que vem.

A forma circular da coroa do Advento é sinal do amor de Deus que é eterno, sem princípio e nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo que nunca deve terminar.

Os ramos verdes da coroa do Advento são verdes como os galhos do Pinheiro que permanecem verdes apesar dos rigorosos invernos, assim como os cristãos devem manter a fé e a esperança apesar das tribulações da vida.

A fita vermelha e o laço vermelho que envolvem a grinalda simbolizam o Amor de Deus ou o próprio Espírito Santo a embalar toda criação que é remida com a chegada de Jesus.

As bolas da coroa do Advento simbolizam os frutos do Espírito Santo que brotam no coração de cada cristão.

As quatro velas da coroa simbolizam, cada uma delas, uma das quatro semanas do Advento.

Com tão rico simbolismo convido você a, neste ano, antes de arrumar a árvore de Natal, arrumar a sua Coroa do Advento e ao acender cada vela em cada semana do Advento aguarde com discreta alegria regada de oração e penitência a chegada do Rei que vem!

Um Santo Advento para um Feliz Natal!

Tásia Maria Montenegro
Fundadora da Comunidade Católica Rainha da Paz

Cerco de Jericó

Caros Irmãos, a Capela de Adoração da Comunidade Católica Rainha da Paz está vivendo o Cerco de Jericó pelas eleições no Brasil!
Convidamos você, a unir-se a nós em oração pelas eleições do Brasil!
Nestes dias será interrompido, o silêncio da capela.
O Cerco de Jericó é a oração do Santo Rosário ininterrupta, em voz alta.
Convidamos São Miguel Arcanjo para estar conosco, neste combate espiritual.
O Cerco iniciou neste sábado, dia 29, dia dos Santos Arcanjos, e terminará domingo, dia 07 de outubro, dia das eleições, às 24h.
Por uma Providência Divina, esse dia, é dia de Nossa Senhora do Rosário!
Venha Estar Conosco!
Serão 7 dias ininterruptos, com a oração do Rosário pelas eleições do Brasil.
Entre um mistério e outro, os presentes devem rezar a oração a Nossa Senhora Aparecida e as orações recomendadas pelo Santo Padre o Papa Francisco, que estarão disponíveis na Capela de Adoração.
Una-se a nós!
Rezemos para que se cumpra a Vontade de Deus nestas eleições.

COMUNICADO DA SALA DE IMPRENSA DA SANTA SÉ, DE 29 DE SETEMBRO DE 2018

O Santo Padre decidiu convocar todos os fiéis, de todo o mundo, para rezar o Santo Rosário todos os dias, durante todo o mês Mariano de Outubro; e a unidos, assim, em comunhão e em penitência, como povo de Deus, pedir à Santa Mãe de Deus e à São Miguel Arcanjo para proteger a Igreja do diabo que sempre busca nos separar de Deus.
Nos últimos dias, antes de partir para os Países Bálticos, o Santo Padre recebeu o Pe. Fréderic Fornos, S.I., diretor internacional da Rede Mundial de Oração pelo Papa, e lhe pediu que espalhasse seu apelo para todo o mundo, convidando a todos a recitar o Santo Rosário concluindo com a antiga oração “Sub TuumPraesidium” (À vossa proteção) e com a oração à São Miguel, que nos protege e nos ajuda na luta contra o mal (cf. Ap 12,7-12).
A oração – disse o pontífice há poucos dias em uma homilia em Santa Marta, citando o livro de Jó – é a arma contra o grande acusador que “percorre o mundo procurando a quem acusar”.
Só a oração pode derrotá-lo.
Os místicos russos e os grandes Santos de todas as Tradições aconselharam, nos momentos de turbulência espiritual, de proteger-se sob o manto da Santa Mãe de Deus, pronunciando a invocação “À vossa proteção”.
A invocação “À vossa proteção” reza-se assim:
À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!”
Com esse pedido de intercessão, o Santo Padre pede a todos os fiéis de todo o mundo a rezar, para que a Santa Mãe de Deus coloque a Igreja sob o seu manto protetor: para preservá-la dos ataques do maligno, o grande acusador, e fazer-nos, ao mesmo tempo, cada vez mais conscientes das falhas, erros e abusos, cometidos no presente e no passado, e nos fazer mais comprometidos a lutar, sem hesitação, para que o mal não prevaleça.
O Santo Padre pediu também que a recitação do Santo Rosário durante o mês de Outubro se conclua com a oração escrita por Leão XIII:
”São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, contra as maldades e as ciladas do demônio; ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Assim seja”

Aniversário da Casa São Lucas

A Casa São Lucas, uma das Missões da Comunidade Católica Rainha da Paz na Cidade de Sobral-CE, estará completando no dia 18 de outubro 17 anos de Missão. Por esta ocasião convidamos a todos os membros da Obra Rainha da Paz, espalhados por suas diversas missões, também a todos os amigos e cada um ao qual chegar esse convite, a junto conosco celebrar esse dia tão especial para nós. A Missa em Ação de Graças acontecerá no dia 18 de outubro as 19 horas na Casa São Lucas. Sintam-se todos convidados.