TESTEMUNHO DE EVILANE CAMPOS MARQUES

Moro em Rafael Arruda, distrito a 44km de Sobral e sempre fui engajada nos movimentos paroquiais mas não tinha vivência de oração, foi então que fui convidada para participar de um grupo de oração da Renovação Carismática Católica e a partir daí comecei os meus primeiros passos e tive minha primeira experiência com o amor de Deus. Depois fui me engajando no próprio grupo chegando até a coordenação do mesmo.
Essa primeira experiência ficou marcada por ter sido através dela que conheci a Misericórdia e o Amor do Senhor, os Dons do Espírito Santo e tive mais intimidade com Jesus Cristo. Mas mesmo com essa experiência ainda vivia uma vida dupla, não tive atitudes de radicalidade, pensei que daria para conciliar a vida perto de Deus e à vida longe de Deus.
Passei por muitos momentos de dúvida e muita luta interior e foi então que em 2016 conheci a Comunidade e no ano seguinte já entrei no vocacional. Ainda no vocacional não tinha a maturidade de viver a radicalidade que a vocação me pede, mas a partir do pré-discipulado 1 comecei a perceber a que o Senhor me chamava, e que existia muitas coisas que não mais cabiam nesse chamado, foi quando eu tive que renunciar a emprego, amigos, comportamentos, pensamentos, e outras situações que não mais cabiam em mim, tendo em vista a vontade de Deus para minha vida.
Foi ainda no vocacional que Deus me confirmava a vontade Dele, que eu devia ingressar na vocação, ele me disse que não seria fácil e ainda hoje a cada dia ele suscita isso no meu coração: “Não será fácil, mas é a minha vontade para tua vida, seja firme!”
Mesmo com todas as minhas falhas, com todos os meus pecados, todos os dias eu recebo o amor e a misericórdia de Deus na minha vida e se não fosse o Senhor com a sua mão poderosa me amparando eu não seria nada.
E a comunidade teve e tem um papel importantíssimo na minha caminhada rumo a santidade, por que foi aqui que eu me aprofundei nos conhecimentos do Senhor e no meu auto conhecimento.
Hoje sou pré discípula 2 e sirvo na Missão Rafael Arruda.

Quero ser Jovem para o resto da vida!

“A juventude não é um período de tempo. É um estado de espírito, um resultado da vontade, uma qualidade da imaginação, uma vitória da coragem sobre a timidez, do gosto pela aventura sobre o amor ao conforto. Um homem não precisa ficar velho porque viveu um determinado número de anos. Os anos podem enrugar a sua pele, mas o desertar dos ideais enruga a alma. As preocupações, os medos, as dúvidas e o desespero são inimigos que devagar nos fazem prostrar em direção à terra e transformam-nos em poeira antes da morte. A sua vontade permanece jovem enquanto você está aberto para o que é belo, bom e grande; receptivo para as mensagens de outros homens e mulheres, da natureza e de Deus. Se um dia você se tornar amargo, pessimista e consumido pelo desespero, Deus tenha piedade da sua alma de velho.”

Oração composta pelo General Douglas McArthur

MENSAGEM DA RAINHA DA PAZ EM 25 DE ABRIL DE 2019

Queridos filhos! Este é um tempo de graça, um tempo de misericórdia para vocês. Filhinhos, não permitam que o vento do ódio e da falta de paz reinem em vocês e ao redor de vocês. Vocês, filhinhos, são chamados para serem amor e oração. O demônio quer a desordem e a falta de paz, mas vocês, filhinhos, sejam a alegria do JESUS Ressuscitado que morreu e ressuscitou por cada um de vocês. ELE conquistou a morte para lhes dar a vida, a vida eterna. Portanto, filhinhos, testemunhem e sejam orgulhosos que vocês tem ressuscitado NELE. Obrigada por terem respondido ao MEU Chamado.

Vidente Marjia Pavlovic.

SÃO JOÃO PAULO II BALUARTE DA COMUNIDADE RAINHA DA PAZ ARTÍFICE DA PAZ E MISSIONÁRIO INFATIGÁVEL

Para entender qual relação temos com São João Paulo II, é preciso entender o que é um baluarte. E baluarte, ao pé da letra, significa suporte, apoio, mas para nós o baluarte significa também defensor, protetor, intercessor, irmão e amigo. É um modelo de vida e santidade a ser conhecido e vivido sempre aos moldes da espiritualidade dos fundadores de nossa Comunidade.
O nome de São João Paulo II foi o último a ser incorporado como baluarte da Vocação. Por intermédio de Dom Aldo Di CilloPagotto SSS, reconhecemos este santo como alguém muito presente à Vocação Rainha da Paz: na aprovação ad experimentum dos nossos Estatutos (outubro de 2003), declara que nossa vocação “Ainda, inspira-se no artífice da paz universal, o nosso inestimável e Santo Padre, João Paulo II, que reúne na Unidade e na caridade, a Igreja Santa de Deus”, trecho que foi reafirmado por Dom Antônio FernandoSaburido OSB na aprovação definitiva dos Estatutos (junho de 2009). Nós, literalmente, o recebemos como um presente da primeira aprovação. Encontramos neste santo contemporâneo a nossa inspiração para sermos, a semelhança dele, Artífices da Paz e Missionários Infatigáveis (ECCRP 73b).
Como foi dito acima, faz-se necessário entender a relação dos fundadores com nossas vivencias espirituais e especialmente com os baluartes. Nossa fundadora testemunha relatando a sua ansiedade por conhecer João Paulo II em sua visita a Fortaleza em 09 de julho de 1980. Estava empenhada nos preparativos para ir ao Castelão, onde o Papa estaria com os fiéis em um momento de intensa fé; mas, estando grávida de oito meses, sua bolsa rompeu no dia 08 de julho, exigindo internamento imediato. Ela nos diz que “acompanhava na televisão o trajeto do Papa João Paulo II nos outros estados do Brasil e vibrava com sua presença, simpatia e acolhimento a todos os que a ele se dirigiam”.
Entrando no quarto onde estava, o médico que acompanhava seu caso lhe informou que teria que ser submetida ao parto cesáreo, por não poderem mais esperar as contrações. Diante disto, ela nos conta a intercessão de São João Paulo II sobre sua maternidade: “Sentia uma frustração que me levava às lágrimas! Então olhando para a televisão que mostrava o Papa João Paulo II eu fiz a seguinte oração: ‘Senhor, eu sei que uma pessoa só é considerada santa após a sua morte, mas este homem é um santo! Por isso, eu te peço: pelos méritos da santidade do Papa João Paulo II, me dê a graça de ter um parto normal e com saúde para o nosso filho’. Foi um parto difícil, pois eu não tinha passagem suficiente e o bebê veio laçado no pescoço pelo cordão umbilical. Houve uma intervenção de Deus, pelos méritos da santidade do Papa João Paulo II. Disso eu não tenho dúvida! Por essa intervenção nosso primeiro filho se chama João Paulo. O Papa João Paulo II é o seu padrinho espiritual. Foi a primeira experiência que eu tive com a santidade deste grande homem! Graças a ele foi possível eu me abrir à maternidade biológica e ter tido a graça de ter onze filhos, dos quais dois estão no céu (abortos espontâneos). Ouso dizer que Deus, em seus desígnios, já o tinha separado para ser o baluarte de nosso Carisma, desde a primeira experiência da maternidade biológica. Se o parto não tivesse sido normal, eu não poderia experimentar a graça da abertura à maternidade biológica que tanto nos ajudou a compreender maternidade espiritual que é característica fundamental de nosso Carisma.”
Esse testemunho fortalece em nós a convicção de ter São João Paulo II como nosso baluarte, buscar olhar para ele, estudando e vivendo sua vida de oração e especialmente o transbordar disso, promovendo a paz e a evangelização.
Ser artífice da paz significa empenhar-se na construção desta e executa-la com perfeição, com criatividade, e com habilidade; e ninguém pode duvidar que isto foi realizado por São João Paulo II. A paz deve brotar do interior do homem, de uma vida de intimidade com Deus. Esta paz interior, que é fruto da vida no Espírito, e coloca o homem em plena confiança em Deus, apesar de todas as circunstâncias exteriores, é a paz do homem consigo mesmo. Esta paz, por sua vez, transborda sobre a humanidade, na relação com todos os homens.
A paz pensada e vivida por João Paulo II não era, contudo, um pacifismo cínico, que “lava as mãos” diante das dores dos outros. Afirmava que esta construção é “Sair, pôr-se a caminho, encontrar-se em conjunto, trabalhar pela paz: não são movimentos apenas físicos, mas sobretudo da alma; são respostas espirituais concretas para superar os fechamentos, abrindo-se a Deus e aos irmãos”.Entende a paz como fruto da oração, da conversão interior e da reconciliação/ perdão.
E fazendo justiça ao nome adotado no início de seu pontificado: era verdadeiramente “Paulo”, sempre em saída. Suas viagens apostólicas promoveram a abertura e a descentralização da Igreja, levando o Sumo Pontífice a partilhar das realidades culturais de muitas Igrejas locais, permitindo que milhares de pessoas que provavelmente nunca teriam condições de ir ao Vaticano pudessem ver e ouvir o Papa: “Desde o início do meu pontificado, decidi caminhar até aos confins da terra para manifestar esta solicitude missionária; e este contato direto com os povos, que ignoram Cristo, convenceu-me ainda mais da urgência de tal atividade” (João Paulo II – Encíclica Redemptorismissio).
O pontificado de São João Paulo II possuiu um caráter intensamente missionário. Prova disto são os números: “(…) fez 104 viagens pelo mundo, nas quais percorreu 1,2 milhão de quilômetros; visitou 697 cidades em 129 países, onde pronunciou 2.415 discursos; reuniu-se com 703 chefes de Estado e recebeu em audiência 228 primeiros-ministros; no total, 16,8 milhões de fiéis assistiram a suas 1.070 audiências públicas; publicou 14 encíclicas, 14 exortações apostólicas, 42 cartas apostólicas, 11 constituições apostólicas e 28 motu proprios (documentos sobre questões do governo da Igreja); escreveu quatro livros durante o pontificado; presidiu 139 cerimônias de beatificação e proclamou 1.338 beatos; presidiu 50 cerimônias de canonização com 482 santos; convocou nove consistórios para a nomeação de 232 cardeais; ordenou 321 bispos e 2.125 sacerdotes; celebrou seis reuniões plenárias do colégio cardinalício e sete sínodos de bispos, um deles extraordinário; administrou 1.378 batismos e 1.595 confirmações” (Disponível em: site da Juventude Missionária da Arquidiocese da Paraíba – Beato João Paulo II, o missionário da juventude. Acesso em 23 de outubro de 2018).
Sendo fiel a Deus e a sua missão até o fim, mostrava-se debilitado porém incansável em anunciar o amor e a misericórdia de Deus, ele enfrentava com lucidez a deterioração do seu corpo, convivendo com os sinais da aparente fragilidade física, de início com constrangimento, mas logo aceitando com serenidade as condições de seu novo estado. Reconhecia na doença, na dor e na debilitação física graças concedidas pela Providência de Deus para que pudesse viver o Evangelho e buscar a santidade. Como, ainda, resume bem o Papa Emérito Bento XVI: “Nos últimos anos, o Senhor foi a pouco e pouco privando-o de tudo, para que se lhe assemelhasse. A sua morte foi o cumprimento de um testemunho de fé que tocou o coração de tantos homens de boa vontade”.
Quis doar-se até o fim à humanidade: “Espero que até quando eu puder cumprir o serviço apostólico na Igreja, a Misericórdia de Deus me dê a força necessária para realizar a minha missão”. Seus últimos dias foram a manifestação em plenitude da forma como viveu toda a sua vida: no mais completo abandono nos braços do Pai.
A vida missionária de São João Paulo II foi amparada por uma densa espiritualidade. Sua evangelização era transbordamento de sua experiência com Deus. “Percebi (na época do Concílio) o fascínio humano que dele emanava, e da maneira como ele pregava, pude ver o quanto era profundamente unido a Deus” (Papa emérito Bento XVI).
Conhecendo os motivos pelo qual Deus nos chama a promover a paz e a evangelizar incansavelmente, tendo este baluarte que viveu esses aspectos de forma tão profunda e concreta, somos assim impulsionados a dar uma resposta também concreta ao apelo de Deus. Sejamos um artífice da paz e missionários infatigáveis.

Zilma Prado

Páscoa: Qual o seu efeito em minha vida?

Durante anos em nossa vida ouvimos dizer sempre que Cristo ressuscitou. É Páscoa! Pessoas nos enviam mensagens, desejos de uma Páscoa feliz. Mas o tempo passa e muitos sentem que tudo continua da mesma forma. Nada muda! E por que não muda? 

Antes de tudo, é preciso que compreendamos o sentido da palavra Páscoa. Vem do grego Pessach, significando passagem. Sua origem é judaica e se remonta aos dias em que Israel era escravo no Egito. Na Páscoa ou Pesach, para os judeus, comemora-se a libertação do povo de Deus do Egito. 

Em Cristo realiza-se a verdadeira libertação do homem quanto ao pecado. Cristo, imolado como sacrifício para nos salvar, venceu a morte, o pecado e a treva para nos fazer vencedores. Se Cristo não tivesse ressuscitado, vã seria a nossa fé. Como acreditar num Deus vencido pelo mal?

Os judeus em sua Páscoa, imolaram cordeiros para que a morte não os ferisse. Jesus se fez o Cordeiro que tomou na sua carne, na Paixão e na Ressurreição, o peso da nossa humanidade ferida, enferma, marcada pelo pecado. Transformou-se num verme, ensanguentado, destruído, ferido, chagado, transfigurado. Não tinha aparência humana. Com sua ressurreição Ele nos veste com a Sua Divindade, glória, poder, amor, misericórdia.

A verdade é que Cristo “arrombou a porta que dá para uma nova vida”. (Bento VI)

“Sim, em Cristo realizamos essa passagem transformadora da morte para uma vida transformada. Em Cristo somos capazes de vencer o mal. A vida é mais forte que a morte. O bem é mais forte que o mal. O amor é mais forte que o ódio. A verdade é mais forte que a mentira. A escuridão dos dias anteriores dissipou-se no momento em que Jesus ressuscita do sepulcro e se torna, Ele mesmo, pura luz de Deus.” Bento VI

Deus está no meio de nós! Alegria! Mesmo que você não sinta nada mudar em sua vida, mesmo quando você erra e peca, quando você não consegue superar um vício, se libertar de uma situação que o amarra e escraviza, quando você desobedece e se revolta, Ele está com você! Ele fica triste com a sua situação, mas Ele permanece ali, juntinho com você, para lhe estender a mão, dar coragem, levá-lo à libertação! Acredite! Você nunca está sozinho. Em toda parte e em qualquer situação Deus está contigo acreditando que você pode ser melhor e fazer melhor.
Nada muda em sua vida? Busque coragem no Espírito Santo. “Para sermos corajosos não é preciso que nos sintamos com coragem, às vezes, é com medo que enfrentamos os maiores desafios” (Pe Jonas). Somente em Deus nos fortalecemos, porque coragem não é auto-sugestão, é dom do Espírito Santo! É preciso que coloquemos em ação esse dom que o Espírito Santo nos dá, inclusive nas coisas mais concretas da vida,

Paulo sabia da fraqueza que tinha e por isso disse: “Três vezes roguei ao Senhor que o apartasse de mim. Mas Ele me disse: Basta-te minha graça, porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força” (cf. II Cor. 12, 8-9a).

Diga: “Glória a Deus, é na fraqueza que sou forte!”. Deus está ao seu lado na luta! Você não sofre sozinho, o Senhor o orienta!
Santo Agostinho queria seguir Jesus, mas sabia que era fraco e que a tentação o vencia constantemente. Um dia, percebeu que não seria com suas forças nem com sua astúcia que venceria os problemas. A partir desse momento, ele mudou sua oração, passando a dizer: “Senhor, dai-me o que mandas e manda-me o que queiras!”
Não tenha medo dos seus problemas. Deus escolheu você para que seja luz entre os homens. O Senhor poderia pedir a outro o que lhe pede, mas você é o (a) escolhido (a) para aquela tarefa, naquele momento.

“Temos um jardim secreto em nosso coração, no qual só entra quem nós permitimos e dentro dele há um lugar mais secreto ainda no qual só Deus consegue adentrar. Esses locais são os sagrados de nosso coração. Não sei o que você guarda em seu interior, mas o Todo-poderoso sabe. É preciso ser sincero com o Senhor, ou seja, “sem máscaras”. Deus é o único com o qual você pode ser quem realmente é, pois Ele nunca vai condená-lo. Diante d’Ele não tenha medo de arrancar as máscaras, independentemente do que você viveu no passado.” (Pe Jonas)

“Meu filho, se entrares para o serviço de Deus, permanece firme na justiça e no temor, e prepara a tua alma para a provação” (cf. Eclo. 2,1) Todos nós, que somos do Senhor, sofremos provações, somos humilhados e traídos, mas não desistimos pois somos d’Ele. Você é do Senhor!

Abrace com alegria esta notícia: Cristo Vive! Peça ao Espírito Santo que venha renová-lo (a) a cada dia. Problemas sempre teremos, mas Cristo nos faz vencedores. Proclame a plenos pulmões e com sua vida. É o testemunho da nossa vida, que proclama e anuncia, que Cristo ressuscitou, que Ele está vivo aqui no meio de nós, vence conosco, e em nós, e através de nós no mundo, toda e qualquer sombra da morte.
A todos uma Páscoa real, verdadeira e cheia do Espírito de Deus!

 

Adelaide Santos

Como amar com o amor de Deus

Eu sempre me perguntei como era possível amar como Amor de Deus, pois no meu entendimento qualquer atitude de amor que tenhamos, por mais que nos custe, é esforço nosso. Então sempre perguntava a Deus o que Ele queria dizer quando através de pregadores ou da oração me pedia para amar com o Seu amor. E sempre lhe pedia o entendimento desta questão.
Com o passar do tempo fui entendendo o quanto nosso amor é limitado e o quanto somos incapazes de amar o nosso irmão.E ao descobrir essa miséria, comum a todo ser humano, tive a graça de compreender o que é “Amar com o Amor de Deus”: é fazer aquilo que por nós mesmos não faríamos, mas que o Senhor estando em nosso lugar faria.
É muito difícil para nós, nos darmos ou nos sacrificarmos por Deus e pelo próximo, mas é próprio de Jesus se dar e se sacrificar por mim e por você, logo, amar com o Amor de Deus é amar como Jesus amou, é nas várias situações de nossa vida que exigem de nós o Amor, fazermos não o que queremos, mas o que o Senhor faria.
Tenhamos a coragem de amarmos verdadeiramente, amar da forma mais plena, amar com o Amor de Deus!
“Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia eu sei que dormiria muito mais feliz”

Francisco Edson do Carmo Filho
Consagrado da Comunidade Rainha da Paz

Rezem, Rezem, Rezem!

Rezem com o coração. Não apenas com os lábios, mecanicamente. Rezar olhando o relógio para saber que horas irá terminar. Que tenhamos um tempo específico para rezar. Rezar com o coração. Primeiramente dizer: eu irei rezar com amor. Como todo o nosso ser. Para que a nossa oração seja um encontro com Deus. Para que esta oração seja cheia de paz e amor. Nossa Senhora disse: “Que a oração seja alegria para vocês.” “Meus queridos filhos, se vocês estão na escola de oração devem saber que nesta escola não tem finais de semana nem férias.” “Meus queridos filhos, se vocês querem rezar melhor, vocês tem que rezar mais. Porque rezar mais é uma decisão individual, mas rezar melhor é uma graça que é dada para aqueles que rezam mais”.
Alguns dizemos que não temos tempo para rezar, que estamos ocupados, que trabalhamos muito, que não temos tempo para gastar com nossas famílias e com nossos filhos. Temos que fazer compras, ver televisão. Não temos tempo para rezar. Nossa Senhora disse: “Não digam que não tem tempo, porque queridos filhos, o problema não é o tempo, o problema é o amor, porque, queridos filhos, quando amamos algo, arrumamos tempo para isto.” Por isto Nossa Senhora está nos chamando tanto para a oração. Por isto Nossa Senhora está nos despertando deste coma espiritual.

Trecho de uma Palestra do Vidente Ivan Dragicevic em 31 de Janeiro de 2012

Congresso de Cura e Libertação em Sobral-CE

Marque na sua agenda! Dias 01 e 02 de junho acontecerá o Congresso de Cura e Libertação, com o Pregador Roberto Tannus! Com o tema “Queres ficar curado?” (Jo 5, 6), teremos momentos de adoração, louvor, pregação e muito mais! Você não pode perder!

A Comunidade Católica Rainha da Paz, anualmente realiza o CONGRESSO DE CURA E LIBERTAÇÃO, na sua sede em Sobral e em algumas outras missões da comunidade fora de Sobral.
Momento de grande manifestação de Deus no meio de seu povo. Deus que em sua infinita misericórdia se apresenta como o médico do Corpo e da Alma, curando nossa Enfermidades Física e Espirituais, por meio de sua Palavra atualizada no meio de nós, Orações, por meio de sua Presença Eucarística na Adoração e na Santa Missa.
O amor do Pai é manifestado no meio de nós através de Jesus que nos acolhe no Amor curando as nossas feridas, e trazendo para a luz os que estão nas trevas, ministrando a reconciliação com o Amor do Pai, com os irmãos e consigo mesmo de forma delicada e terna.
E tendo como maior fruto a converção e o engajamento na Igreja.







Confira o recado de Roberto Tannus, pregador do Congresso de Cura e Libertação 2019! Você é nosso convidado a participar desse grande encontro, nos dias 1 e 2 de junho no Buffet Dona Flor. Fique ligado, as inscrições iniciam em breve!
#CongressodeCuraeLibertacao #RainhadaPaz #Jesus #Maria #Sobral #Ceara



PAPAI NOEL, COELHO DA PÁSCOA E VIDA SEM SOFRIMENTO NÃO EXISTEM!

“Que bom seria se existisse uma máquina que nos fizesse voltar no tempo!…” talvez este sonho de cinema já tenha passado pela nossa cabeça!… Ter a oportunidade de voltar no tempo e corrigir os erros, evitar quedas, retirar sofrimentos, vivendo assim uma vida “perfeita”… (Será que seria assim tão perfeita?)
Ao retornarmos desses devaneios, nos damos conta de que, na vida real, essa máquina do tempo não existe e que temos que nos relacionar com nosso passado sem estar aprisionados por ele, mas estar reconciliados com ele. Quem, ao olhar para seu passado, não encontra situações doloridas, de quedas, sofrimentos e dores? Todos nós! A vida perfeita não significa vida sem sofrimentos e dificuldades. Esses, se bem direcionados, podem ser trampolins para um crescimento humano e espiritual, um impulso para a maturidade. Ou, cruéis algozes, prisões escuras para nos manter cativos e impedir nosso crescimento.O sofrimento sempre existirá em nossas vidas. Como lhe damos com ele é que é o grande ‘x’ da questão!
Um grande equívoco que muitos podem ainda carregar consigo é a falsa ideia de que, estando com Jesus, caminhando com Ele, estando na Igreja, rezando, enfim, estamos imunes a qualquer tipo de sofrimento e que Jesus tem como que uma dívida para conosco por estarmos caminhando com Ele. E ao menor sinal de sofrimento em nossas vidas já corremos para reclamar os nossos “direitos” de seguidores fiéis… Queremos que, por seguir Jesus, Ele faça tudo o que queremos, do jeito que queremos e na hora que queremos, caso contrário deixamos a Igreja e, ainda por cima, magoados com Deus… No entanto, Jesus nunca nos prometeu que nossa vida seria um mar de rosas! Na verdade, Ele nunca escondeu que, ao escolhê-Lo, estávamos escolhendo uma porta estreita. Falou abertamente aos que desejavam seguí-Lo que renunciassem a si mesmos, tomassem sua cruz a cada dia e O seguissem. E, mesmo ao anunciar as bem-aventuranças, elencou como uma delas a perseguição por causa do Reino. Ou seja, Jesus foi sempre sincero e verdadeiro. Esse “Deus” cumpridor das minhas ordens só existe em nossas cabeças… Deus não é um gênio da lâmpada que só existe para atender nossos desejos e nos dar uma vida sem a menor sombra de sofrimento.
Às vezes, o sofrimento acaba sendo uma grande tábua de salvação para muitos. Quantos, depois de uma situação de sofrimento, não repensam sua vida, refletem como estavam vivendo e encontram o sentido da vida. Jesus, mesmo sendo Deus, aprendeu a obediência pelos sofrimentos que passou (Hb 5,8). O melhor que temos a fazer é viver com Jesus e enfrentar as situações difíceis com Ele. Os sofrimentos virão, as tempestades virão, as tribulações virão, mas se estivermos firmados em Cristo, conseguiremos passar por eles, não anestesiados para não sentir nada, mas sabendo que não estamos sozinhos e que podemos usar de tudo isso para um crescimento maduro e firme porque estaremos firmados na Rocha que é o próprio Amor.